José Amorim
10.000 profissionais formados em IA. 200 na cohort mais avançada do Brasil. E um método que ninguém mais ensina.
Eu não ensino prompt. Eu ensino a comandar uma empresa inteira de agentes.
Top 1 Educador de IA Generativa · Brasil
CEO da J&J Treinamento · Academia Lendária
Autor de "Nexialismo: A Última Inteligência"
O Problema
De um lado, os vendedores de prompt. Gente que descobriu o ChatGPT ontem e hoje vende "biblioteca de 500 prompts que vão transformar seu negócio." Não transformam. Nunca transformaram. É cosmético. É raso. É a versão 2026 do "ganhe dinheiro na internet."
Do outro lado, os acadêmicos de machine learning. Publicam papers que ninguém lê, falam em transformers e tokens como se isso resolvesse a folha de pagamento de alguém. Sabem tudo sobre a máquina. Nada sobre o negócio.
No meio — o LinkedIn. Onde todo dia alguém posta que "a IA vai substituir seu emprego" com um framework genérico de 5 passos que não funciona pra nenhuma empresa real.
O resultado?
das empresas não geram ROI
com investimento em IA
dos usuários pagam
pelo Microsoft Copilot
perdidos pela Microsoft
em valor de mercado
Se a maior empresa de tecnologia do mundo não consegue fazer IA gerar ROI com US$13 bilhões de investimento, o que faz um empresário acreditar que um curso de prompt ou uma consultoria de slide vai resolver?
"Eu sei que IA é importante. Mas gastei, não funcionou, e agora não confio em mais ninguém."
E ele está certo em desconfiar.
Prompt não resolve. Ferramenta não resolve. Tecnologia sozinha nunca resolveu.
IA é eletricidade.
E eletricidade sozinha não faz nada. O que faz é o sistema que ela alimenta.
O Mecanismo
O mercado tem tecnologia de sobra. O que não tem é alguém que junte as três dimensões de uma empresa — pessoas, processos e ferramentas. Cada uma é tratada por profissionais diferentes que nunca se falam.
A consultoria mapeia processos. Outro time implementa a tecnologia. Um terceiro faz "gestão da mudança" pra convencer as pessoas a usar. Três visões separadas. Nenhuma conversa com a outra.
O resultado é previsível: a tecnologia é implantada, ninguém usa, e o empresário conclui que "IA não funciona pro meu negócio."
Funciona. Só não funciona em pedaços.
No Renascimento, existiu um tipo de profissional que mudou o mundo. Não era o melhor pintor, nem o melhor engenheiro, nem o melhor anatomista. Era o único que era todos ao mesmo tempo. Leonardo da Vinci não inventou coisas novas. Ele conectou coisas que ninguém mais conseguia ver juntas.
O Nexialista é a versão 2.0 desse profissional.
comportamento, neurociência, perfis cognitivos
operação, fluxos, metodologias
IA generativa, automação, sistemas
Quando uma pessoa vê as três dimensões ao mesmo tempo, o jogo muda:
O sistema funciona. As pessoas adotam. O ROI aparece.
Mas um Nexialista não se forma numa universidade. Se forma numa vida.
E esta é a vida que formou este.
A Origem
Engenharia da Qualidade na P&G Gillette. Três meses andando por cada centímetro da linha de produção. O cheiro de polímero quente na injeção plástica. O som metálico dos rolos sendo cortados em lâminas. O ritmo preciso das máquinas de montagem. Da matéria-prima bruta ao produto final — eu vi cada etapa, cada inspeção, cada decisão gerencial.
Saí de lá sabendo como uma fábrica respira. Aprendi a ler sistemas antes de saber que isso tinha nome.
Cursei enfermagem e descobri que o corpo humano é a mesma coisa que a fábrica — só que perfeito.
Organelas formam células. Células formam tecidos. Tecidos formam órgãos. Órgãos formam sistemas. Sistemas formam um organismo.
Tudo que funciona, funciona em camadas. E cada camada depende da anterior.
Captura de entrevistas. Seleção dos melhores trechos. Escrita entre trechos costurando narrativa. Narração. Edição. Pós-produção. Revisão. Exibição.
Entendi que toda empresa é uma redação: captura, processa, entrega, monetiza.
Não comecei por ChatGPT. Comecei pelo paper "Attention Is All You Need" — o artigo de 2017 que originou tudo. Estudei como os LLMs foram criados: web scraping, treinamento de modelo, RLHF, vetorização, RAG. Entendi a arquitetura desde o GPT-1.
Eu já via sistemas desde os 19 anos. A IA foi apenas a última camada.
Quatro profissões que ninguém no mercado de IA combinou.
Porque ninguém viveu as quatro.
Fábrica. Corpo. Redação. Inteligência Artificial.
A Transformação
Toda empresa que me procura tem o mesmo diagnóstico:
Pessoas desordenadas. Processos inexistentes. Tecnologias subutilizadas.
O empresário sabe que algo está errado. Sente que opera no escuro. Tenta resolver com mais ferramentas — e piora, porque ferramenta sem processo é ruído.
Eu reordeno.
Metodologias onde havia improviso. Heurísticas onde havia achismo. Frameworks onde havia caos. E IA generativa como a liga que conecta tudo.
"Agora tenho a sensação de visão geral e controle do negócio. Não por estar presente em tudo — mas porque o sistema me possibilita ter a visão do todo."
Quem diz isso não está descrevendo um software. Está descrevendo liberdade.
O Contraste
Se você leu até aqui, provavelmente pensou: "Mas como uma pessoa faz o que uma consultoria inteira faz?"
Boa pergunta. E a resposta é o motivo pelo qual elas cobram milhões e o resultado não aparece.
Consultoria de 20 pessoas. Cada uma conhece o seu pedaço. Nenhuma conhece o todo. Seis meses mapeando. Doze meses implementando. Milhões investidos.
No final: um sistema que a equipe não adota porque ninguém perguntou como as pessoas realmente trabalham.
95% não geram retorno mensurável.
Uma pessoa. Que leu fábricas, corpos, redações e algoritmos. Que entra na sua empresa e identifica onde o processo quebra, onde a pessoa trava, e onde a IA resolve de verdade.
Não aplico framework genérico. Construo sob medida.
Cada sistema é único porque cada empresa é única.
Você não precisa entender de IA. Precisa de alguém que entenda da sua empresa. O resto é comigo.
A consultoria te entrega um slide.
Eu te entrego um sistema funcionando.
Quero saber maisManifesto
Eu vejo empresas como vi fábricas aos 19 anos: da matéria-prima ao produto final.
Como vi o corpo humano: da célula ao organismo.
Como vi redações de jornal: da pauta à audiência.
A IA generativa é a última camada. As outras quatro, levei 20 anos construindo.
Eu moro em Florianópolis com minha esposa e meus dois gatos — minha família, que logo vai crescer. Sem escritório de 200 metros quadrados. Sem time de 50 pessoas. Um computador, duas décadas de visão acumulada, e a capacidade de ver sua empresa inteira numa única conversa.
Enquanto o mercado discute se IA vai substituir empregos, eu construo sistemas que fazem empresas funcionarem melhor com as pessoas que já estão lá.
Enquanto vendem prompt, eu leio empresas.
Enquanto aplicam framework genérico, eu construo o que não existe.
Isso não se ensina. Não se replica. Não se escala.
Isso se vive.
José Amorim
Nex[IA]lista
CEO da J&J Treinamento · Academia Lendária
Autor de "Nexialismo: A Última Inteligência"